Terça-feira, Outubro 26, 2010
Eu já disse alguma coisa sobre os "Inquisitives"?
Tou farto de classificar mails como Spam, não me escrevam xico espertezas dessas.
Ou por outra, escrevam, mas xico espertezas a sério, publicáveis, tipo “este, sinhúarj, é O Xico, o Xico esperto”. Dessas escrevam, que eu publico.
Agora “inquisitive”s??? por favor, a mais www.mudarportugal.com, ou o www.reifazdeconta.pt? Putacus pariu (mal paridos).
Vão mais é discutir OGE 2011 co Catroga e o T.Santos, que esses, até agradeciam que lhes quebrassem a monotonia das reuniões.
Os maquinâncios que um gaijo tem que aturar, só porque em tempos escreveu um blog que nem lido erA
a, olha-me a porcalhota!
Ainda se fosse para dizer “I read your blog while i was drunk, and have absolutely no idea what you were going on about mostly because I was dead drunk but also, I suspect, on a small part, because I do not speak a word of Portuguese, which is by the way both a BRIC and a PIIG language so I should learn it instead of junking mail on people on a grammar-simplistic dialect, and I mostly wold like everyone to visit www.greatdiscounts.on.ebay.or.amazon.or.your.diploma.com”
Isso já eu gramava e punha cá.
É que tá prometido
Sexta-feira, Fevereiro 26, 2010
O Chefe
À uma apagámos a luz e, portanto, quem está mais para o fundo não consegue mesmo ver quase nada. A coisa é tão grave que temos homens crescidos a beber de palhinha para poderem acertar com o copo.
E às duas tomámos outras medidas para combater a crise: passámos a importar bebida. Pois é, compramos vodka feito na Kosóvaria, whisky da China e bagaço do Algarve. E mais uma coisa estranha e viscosa, destilada a partir de líquido de radiador usado, feita por um cigano de Abrantes, mas essa é só mesmo para o pessoal que bebe por palinha lá na ponta do balcão. Mormente bêbados barbudos ou pintelhudas descalças que ainda andaram com o Ché na Bolívia (ou quiseram andar, coitadas as descalcitas que andaram com o Ché na Bolívia essas quinaram, ou comidas por piolhos, ou de excesso de chumbo no sangue, ou de outra merda qualquer, que isto de pintelhudas sujas para a América do Sul, morrem como toda a malta. As pintelhudas lá do fundo estavam ou queiram estar com o Ché, mas EM ESPÍRITO! Essa é que é essa! Que isto de estar em espírito permite, por exemplo, levar com um ataque de excesso de chumbo no sangue o qual, quando causado digamos, por uma AK 47 ou merda que a valha, lixa bem lixadas todas as perspectivas de se vir a ser uma pseudo intelectual porca bêbada, mal criada e fumadora, em fim “uma mulher de esquerda”).
E é dessa ponta do balcão envolto em fumo e cheirando levemente a radiador de automóvel (onde estão os bêbados barbudos e as pin… mulheres de esquerda)que vem a discussão do dia
“A questão é: Quem é o gaijo paoúrra!”
“O Gaijo… qual gaijo, caragos?”
“#O# Gaijo Fosga-se”
“Quais Gaijo, fosga-se e amais pró camandro cus cardinais à volta do “O”, ó cum caneco”
“Quem é o Chefe ???”
“O Chefe… qual… Possa, não vamos começar isto tudo outra vez, pois não?”
“O chefe maior do Rui Pedro”

Pois é. Quem é o chefe maior do Rui Pedro Soares? Visto que o Sr. Engº Sócrates diz que a ele ninguém o trata por “chefe”.
Talvez fosse de nos deixarmos de imitar a pretolandia e irmos ver. Cheira a aqui a trama do tipo “olho Vivo” (“Get Smart”??? Duuh!!) de personagem dos bastidores que organiza uma trama brutal para se apossar de uma operação de telecomunicações e depois de uma televisão.
No caminho desta figura sinistra encontra-se um duo de vingadores em defesa da verdade: Felicia Cabrita e partenair que dão porrada nesses esbirros mafiosos até tirarem o bicho….
…
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Pois é não pega.
Ou por outra, pega tanto como pega a Manuela Moura Guedes como Jornalista devota da verdade, ou o Jornal da Noite como uma peça jornalística: NÃO!
Como o Miguel Sousa Tavares como intrépido e sagaz entrevistador! “São oitenta e tal por cento, Sr. Primeiro-ministro” “não são, não, são setenta e tal”- “Está bem”, ou “Ó Miguel Sousa Tavares quem o diz são os economistas.. é indiscutível””Está bem”
Mete pena. O homem era o paladino do cacetismo jornaleiro e televisivo e, vê-se reduzido a esta merda, ter que estar preparado para fazer uma entrevista!
Saber decompor números!
Conhecer dados e autores económicos!
Parece impossível. Deve ter sido ali posto pela mesma cavalgadura que se lembrou um dia, que seria uma boa ideia pôr um jogador, que já foi às ventas do seleccionador nacional, num lugar de direcção porque ele “tem garra”. Tem garra tem, mas para jogar. Não tem é para dirigir coisa nenhuma muito menos o Sporting, apesar de ter sido um jogador DO CANÉCO.
Aliás, agora que penso nisso, o Chefe como boa figura das sombras que é, é muito gaijo para ter posto o Sá Pinto no Sporting. Parece-me aliás muito mais plausível que meta um Sá Pinto ao lado de um Bettencourt que um Soares ao lado de um Bava. Até porque o Soares teve que fazer currículo à pressa e o Sá Pinto fê-la a vida toda. Olha, à partida a assentar batatada por cima do bigode do Artur Jorge, lá para os lados do Jamor!
Ora o Miguel, nem isso coitado, estava um bocadito acabado. Quase que parecia que um qualquer boy da EDP prometeu ao Balsemão comprar a estação se o entrevistador fosse ele. Parece que não mas dói, ver assim um conhecido arruaceiro da nossa praça esbatido. É quase como um Tyson com medo de vandalizar um restaurante.
Assim não, porra.
Etiquetas: chefe
Quinta-feira, Dezembro 24, 2009
A homenagem que falta fazer

Pois falta. A mulher era de facto a quintessência do glamour, era a diva, chegou a ser o sonho da Playboy mas NUNCA deu em badalhoca (aqui gostaria de fazer um pequniiiiiiiiiiiissimo aparte, e falar de Badah Lac, ou Badalhac, nobre e antiquíssima terra em França, na qual passei noutro dia. Decidi falar com as habitantes de Badalhac. Cheguei à conclusão que não valia a penas, pois todas elas eram umas Badalhocas.)
E atão, mister se faz de a tão alta, prezada e resguardada figura prestar a homenagem que não presta essa trompeta histérica que é a Deusa Média (soa mal. Vou descobrir outro nome, mas este fica para já) E porque a malta se perde, e se eu não dissesse sempre o que quero, andava mas era a ganhar dinheiro a escrever livros em vez de Web Logs da tanga, atão vamos à nossa singela homenagem, a mulher merece, o homem constrói e o futuro julga.
Farrah Fawcet
Num mundo de Mcdonalds, Uma esmeralda
Num mundo de Fordismo, um diamante esculpido à mão
Num mundo de Centros comerciais, uma rosa selvagem
E num mundo que começou a ser politicamente correcto, um tufão nas trombas do gajedo do alisamento do cabelo
O primeiro Anjo, o ultimo Anjo, O anjo.
Ok. Tá feita a elegia, as bebidas são por conta da casa, excepto para o cabrão do canto que estava à espera de piadas e não pára de interromper. QUANDO TEMOS QUE HOMENAGEAR ALGUÉM QUE RESPEITAMOS, TEMOS RESPEITO ó cum caraças vai mas é mamar copos para casa da tua mãezinha que aqui não bebes nem mais uma aguardente Neto Costa que é o que .
O cabrãozito do gaijo do canto cresceu com Pamelas Andersons, Catarinas Furtados, e Morangos, com o cabelo esticado ao ponto do espanador (aqui sou a defender P U B L I C A M E N T E a xou dona pamela, que de facto meteu naquele corpinho que deus lhe deu tanto silicone, e a malta que defende que aquilo já parece mais uma borracheira que propriamente dito uma gaija, vá mas é olhar para os pulmões de uma Diana Chaves qualquer e perceber porque é que quando a Pamela morrer leva aqui outra homenagem (estamos a desviar-nos da homenagem ao verdadeiro e uníco Anjo, mas, porra, defenda-se o que é defensável, mande-se foder o que é… deve ser mandado foder.)
Terça-feira, Novembro 10, 2009
O que é a qualidade
Os gaijos subiram ao palco com casacos, bigodes e barbas.
Até aqui como de costume. E depois um dos selvagens sai-se com esta “This is for all the fans that believed quality was possible in Hevay Metal”
Esta frase teve algumas consequências que abalaram o mundo:
• Eu voltei a ouvir heavy metal (desde os bons tempos dos Maiden que parei)
• O Heavy metal melhorou substancialmente (basta ouvir System of a Down, Disturbed ou Ramstein)
• A Malta passou a considerar que não existem artes menores
Claro que quando o Lars Ulrich disse aquilo não estava a pensar no negativismo do unforgiven, de um velho que vai para a cova a pensar que se lixou por ter andado a vida toda a fazer o que os outros queriam.
Aliás e se bem me lembro, essa sessão dos Awards foi limpa pelos Metallica.
E é de tal maneira que hoje fala-se a sério em black metal, def metal, industrial etc.
Heavy é que já não. Excepto pelos Metallica, por sinal das bandas mais difíceis de encontrar no I Tunes Store. É a tal merda, “não é música que gostamos nem é freak nem é dum lugar qualquer esquecido no meio da fronteira do Turquemenistão: não é música”, “é pá mas há milhões de gaijos a ouvir os gaijos” “não percebem de musica, vão à puta cos pariu. Se quiserem ouvir Kylie Minougue Djoumani Tarbelé, Asa, Lhassa de Sela, A-há, Michael Jackson, sim senhora temos. Isso é música, nós gostamos. Agora uma merda tão funda que a merda dos 192 KBPS quase não chega, é difícil.
Tou de acordo. Se eu tivesse uma livraria global, o Saramago também não era publicado. Primeiro porque isto dos nobels (ou nobeis) portugueses começou com uma lobotomia frontal e não há sinais de que tenha melhorado. Depois porque gaijo que é gaijo tem colhões. A ver se o Saramago manda vir com a malta do Islão. Não, pois não? Pois não porque sabe que se arrisca a levar com dois 747zitos nos cornos ou em cima da casa e depois lixa a televisão. E lá tinha que vir o PC a condenar os camaradas do Islão, e depois voltava tudo à batatada na Europa Central (sou capaz de me estar a esticar, não me cheira que venha a existir batatada na Europa Central por causa do Saramago, mas a frase ficou boa.)
E diga-se de passagem, também um livro que se lê numa noite não é razão para se enxovalhar a crença de biliões de Marias e de Manueis.
O Xour Ulrich, por muito menos fez muito mais (muito menos é como quem diz, co cabrão do sevandija piolhento tá cheio da nota, mas não vai para a televisão dizer “Txii a bíblia anglicana é um catálogo de maus costumes, esses gaijos até deixam a paneleiragem e a fufagem casar!”
Pois é. E Não tá no Itunes. Quando um preto de merda que ninguém sabe se era preto pedófilo de merda ou branco pedófilo de merda enquanto vivia, vende lá mais musica que castanhas no São Martinho (agora que estes cabrões proibiram água pé. Antes quando dava mesmo para comer castanhas era ela por ela, ainda por cima o Michael estava vivo e, pronto, podia-se dizer que era pedófilo e branco de pintura, mas agora já não. É o rei da Pop e desgraçado do gaijo que não mostre que sabe as musicas todas do homem. Note-se que no exactíssimo mesmo dia morreu a Farrah Fawcet. Provavelmente o máíóóóóór avião que aterrou neste aeroporto global, que é afinal o mundo, mas a ver se foram falar dela?
Pois não foram não. Foram falar do branquinho tadinho, que até descobriu uma doença nova que ninguém conhecia. Pois é! Por causa dessas e doutras é que as gaijas anda tudo convencido que é ter o cabelo ao espanador que fica bem! Basta ver o interesse do mundo no Michael e o desprezo pela Farrah!. E nem era preciso ir tão longe: basta ver a diferença entre uma Farrah Fawcet com os pés para a cova toda comida pelo cancro e uma Bárbara Guimarães, para perceber que os cabeleireiros afinal, além de panascas percebem do negócio, que esta de convencer o gajedo a pagar fortunas para alisar o cabelo, dá menos chatice que ter que trabalhar sério. É o que dá não haver, purexemplo, uns MTvs awards ou uns Metallica do cabeleirismo. A qualidade é uma coisa, aquilo que a panascagem faz com o secador ao gajedo é outra que pode ou não coincidir!
Quarta-feira, Maio 27, 2009
a final

E eu até estava pelo Barça.
Pois é, para mim o Barça é a equipe que paga à Unicef para jogar por ela, é a equipe do Ronaldinho Gaúcho, o gaijo mais simpático do mundo (a rir, a rir, se o mundo acabasse à dentada, ficava cá ele). Pois é. Lá fora sou do Braça!
E isso é que foi do caraças, fui ver a final e, cada vez que o Barça atacava, eu levantava-me e aplaudia, daquela maneira pouco comedida do verdadeiro adepto (“Sim memo é qui éi!”, “pra cima deles, cum caraças”) (o “caraças” não era bem um “caraças” era outro “cara”… mas dava).
Azar dum caneco, cum caraças (aqui é “caraças” mesmo, não é “caralho”, “Azar dum caneco, cum caralho” fica mal) TODA A MALTA, mas toda a malta mesmo da cervejaria era do Man United.
Té as empregadas que são brasileiras. E é assim que se percebe que as brasileiras têm um nível de inteligência tão baixa como a maior parte da malta.
Porque a malta era do Manchester. Ok… não era bem. A malta era do Ronaldo e dos gaijos que o ajudam!
E foi isso que eu não percebi. Ainda tentei berrar que, se o Ronaldo se esforçasse na selecção o que se esforça no Manchester, até berrava por ele, NA SELECÇÃO!!
Se não, vamos todos por aí a fora berrar por uns camones quaisquer, só porque lá têm o Figo, ora o Figo foi jogador do ano MUITO antes do Ronaldo! E a malta não vai seguir o campeonato norte-americano SÓ por causa disso. Nem por causa do Beckham. Ou vai? Mesmo com o Abel Xavier? O preto que não usa restaurador Olex (toda a malta se lembra do “Branco com carapinha e preto com cabeleira loira não é natural, o que é natural e fica bem é cada um usar o cabelo com que nasceu”. Aquilo é que eram tempos, ainda o Louçã não sabia dizer “todos e a todas” e “coitadinhos dos cidadadãos e das cidadãs de cabelo Loiro com o qual NÃO nasceram” – o Miguel Portas atrás “Ó Xiiico, ca malta não é contra as loiras falsas” “não ó Miguel, tou só a tentar defender os pretos, sem dizer pretos” “mas ó Xico, fala dos gajos a imitar os pretos amaricanos” “não posso, tas outra vez a dizer pretos”… enfim, Olex, uma marca do imaginário pré– politicamente correcto) ou seja, o Abel Xavier, o cabrão do preto que teve a infelicidade de nascer com um braço a mais (“ó Xico, se usares “o braço a mais”, não precisas de dizer “preto” para te referires ao Abel, té porque, se usares, parece que tás a falar de medidas pessoais e a malta, que já sabe que o tu és homofóbico, fica confusa com o “braço a mais do preto” “ó Miguel, deixa lá de ler blogues de bêbados, que já ninguém te percebe!”) Prontos, ordem na mesa e no texto. Apesar do Figo, do Abel e do Beckham irem para a América (levam as patroas, a Spice, a loira tipo “noiva-do freddie-krugger-do-figo” e o Abel, não sei, só lhe vi o casino!, é casado?) mas o ponto, o ponto, o ponto, o PONTO é que
EU SOU DO BARÇA PRONTOS.
Não sou sócio, mas sou pelo Barça. E o Ronaldo, se quer que eu seja por ele, trate de dar corda aos sapatos na selecção, que é para isso que lá tá! E não é trotar tipo coudelaria de Alter do Chão, é marcar golos ou dar a marcar!
Aliás, acho que o Barcelona é das poucas equipes em que não se perdeu uma coisa importante: O gozo de jogar. Ok, já não há o sorriso do Ronaldinho. Mas toda aquela malta é malta simpática.
Por alguma razão a FIFA quis que aquela final tivesse o Barcelona, o que só mostra que a FIFA tem bom gosto, ou seja e por formas mais definidas, o mesmo gosto que eu. Se fosse o meu campeonato, também era uma final do Barcelona a ganhar ao Manchester.
O puto maravilha que marque golos à Albania.
Ou que os dê a marcar.
Porra
E deixem lá tar o Queiróz em paz, que o homem faz o que faz. Escusava de ter entrado com a conversa com que entrou tipo “esta merda tá toda partida e eu vou concertá-la e NÃO HÁ TEMPO PARA CRÍTICAS, É PRECISO É TRABALHAR!”). Vai-se a ver e ainda não se qualificou, mas também não se desqualificou, e tem feito um trabalho porreiro na selecção, que não é muito diferente dos ultímos 6 meses do Scolari. Não entrou com humildade, não entrou, pronto e então?
Terça-feira, Maio 26, 2009
franceses
Ora já agora que tamos nissoele há três tipos, não quatro tipos de francês
O velho que sabe da vida, apesar de nunca ter saído lá da terra, com as rugas todas cavadas e que passa o dia bêbado (este é o quarto tipo, que aqui pus porque conheço alguns que nunca me perdoariam por me esquecer deles, com aquela bonomia que mata quem os trata mal de remorso)
O quaren… Cinquentão (xiii… como tempo passa) que percebe desta merda e tem calma, curte a vida os copos e as gaijas, com calma. Faz alguns erros, tipo levar um gaijo a um restaurante de nouvelle cuisine, mas o que gosta mesmo é dum belo prato de queijos e enchidos, acompanhados por um preparado alccólico ilegal ou em vias de o ser.
O político demagogo que lixou França, a explicar que ser de esquerda é que é ser um gaijo decente, e que ser corrupto até é compreensível, porque é um corrupto de esquerda que é uma pessoa boa (um bocadito como estes bandalhos daqui tentam ser)
O puto abaixo dos 40 que tenta ser “cool”. Não usam desodorizante, são infelizes, intelectualmente arrogantes, stressados e a duas gerações de voltarem a ser felizes.
felicidade
Às vezes é feliz, outras não. Outras não se sabe e outras tá tramado.
Mas às vezes sim.
Nem é uma questão de cultura, um preto do interior de África, sem saber o que vai comer amanhã, arreganha a tacha com um sorriso de felicidade só porque está sol, de uma maneira que um europeu que passa os dias a discutir a segurança social dificilmente percebe. Um tibetano ri-se e o tempo vai passando. Um alentejano (dos verdadeiros, que ainda falam com calma e riem devagar dos urbanó depressivos)são felizes porque pronto.Mas, fora os franceses, há dias de felicidade. Porque sim
Há outros que o são porque merecemos.
Outros é porque fazemos por isso.
É assim
.....
....
...
..
.
(os cabrões dos gregos que nos gamaram um Campeonato Europeu não têm direito de ser felizes.)
Quarta-feira, Maio 20, 2009
a portugalidade

O que é de facto uma merda, a crise, e termos os problemas de protagonismo que temos no país. Anda esta merda ainda de tanga e o que estes canhurros todos resolvem que é importante discutir, é se somos ou não europeus!
Pasme-se. Eu pasmei! Eu sou.
Prontos, eu cá sou europeu porque sou português e Portugal é na Europa e é por maioria de razão que consequentemente sou europeu. Assim como toda a malta que está na Europa. Menos os gregos, que vieram cá ganhar um campeonato Europeu e que, se a malta lhe reconhecesse o cariz mediterrânico eminentemente arábico, teria pregado com eles numa confederação de países do norte de África e escusávamos de ter perdido a taça da Europa para os gaijos. E assim havia respeito pela nobre arte do futebol! E como dizia uma professora minha, é o desporto que dá disciplina e ensina respeito. E isto para explicar que de vez famílias muito antigas da Beira, como os Bosingwa, ou alentejanos de gema como os betos, ou ribatejanos antigos como os pepes! Aliás família antiquíssima, muito amigos do Sr. D. Miguel, onde aprenderam a nobre arte do caceteirismo, como aliás grande parte dos ribatejanos.
Ao contrário de Vital Moreiras e amigos que ainda andam a discutir se são europeus!
Senhores, vão-se lavar!
Europeu que é Europeu faz distúrbios, matanças, guerras e coisas parecidas, basta ver nomes com algum cariz europeu, como Vlad Uzurpatorul, Gattamelata, John Hawkwood, Slobodan Milošević ou outros grandes europeus, que compreenderam realmente a Europa.
A Europa é isso. A malta por aqui já esqueceu, porque não temos castanha à séria praticamente desde que o Dom Afonso pregou uma salva de cacetada na sua saudosa mãe, a Senhora Dona Teresa, o que só prova que quem é filho de uma filha ilegítima, acaba sempre por dar porrada na mãe. Nos tempos dos Afonsinhos sim, dava-se porrada nos mouros, partia-se os cornos aos espanhóis e se a mãezinha não se portasse bem, ficava a saber o que custa a vida.
Perto disso, só tivemos depois a experiência dos Filipes, mas aí fora o Miguel Vasconcelos, não houve grande coisa (uma coisa que até hoje não percebi foi o que fez o Miguel para ficar dito que os revoltosos atiraram com ele de uma janela! Vão à Wikipédia, para ver se percebem porque é que o homem merece uma frase destas no rodapé da história, sem que ninguém depois nos explique porque é que o homem era traidor ou foi atirado.
Aliás essa dos Filipes até foi uma proto experiência Europeia para Portugal, engendrada por meia dúzia de gatos.
Fica assim expressa
Sexta-feira, Outubro 19, 2007
Tou nessa, voltámos todos
E parece que o Dr. Sá Fernandes deu em embargar mais obras
E o blogue do meu Mestre (vilhena) voltou a estar no ar
Pois é, a merda vai ficando e as moscas rodando. Tamos cá todos ó caraças.
Té o xô guarda lá em baixo que teima em me chatear a puta da vida cada vez que estaciono mal o carro, e eça é que é eça.
Anda por aqui um gaijo a discutir grandes ideias, tipo quem manda num país com dois gémeos, um assentado no cagadoiro do primeiro ministro, outro assentado no cagadoiro do presidente, ou a pensar na eeradicação da pobreza, agora que já não temos hospitais nem escolas que pesem no orçamento geral de estado, ou como é que eu chego àquelas estrelas todas tão giras que vejo quando viro o google earth para o céu, e a estes cabrões, que francamente não têm outro nome, dá-lhes para me chatear a porca da vida com o estacionamento. Pois é... já não chegava os radares para pagar o défice da câmara, agora tenho que pagar com o estacionamento.
E se alguém lembrasse o xô guarda Antunes que está na altura de ir almoçar, mamar uns copos e chatear a puta da vida ao superintendente, a ver se ele o promove.
Sexta-feira, Setembro 21, 2007
Estava noutra tasca, mas plagiamos
Sexta-feira, Setembro 14, 2007
SW Airlines VS TAP
Tão já um gaijo não pode olhar?
Kékçpassa, pelarmodedeus?
Até se admite que a gaija era abusada, mas daí à enrgúmenidade de a enrolar num tapete, vai uma diferença que tem que ficar bem patente. Por essas e por outras é que eu viajo na TAP. Podem rasgar a bagagem, gamar as coisas a um gaijo, atrasar duas semanas o vôo e ter um número de telefone de reclamações que não atende, mas AS GAIJAS PODEM IR VESTIDAS COMO QUEREM! ASSIM MESMO É QUE É!!!
Aliás o tal serviço de reclamações da TAP, que tem o singelo nome de "Fale Connosco", tem como PRINCIPAL CARACTERÍSTICA não falar.
Não fala não senhora, quer que os passageiros da TAP vão à merda, a mais passando pela pata que os pôs, que eles têm mais o que fazer com a boca do que falar. (Esta da pata que os pôs é porreira, tou orgulhoso dela) .
E no mail do fale connosco, a resposta é igual, que eles têm mais o que fazer com os dedos do que responder à malta!
Por isso, a malta do tascalhão propões desde já: Vamos bêbados andar na TAP. A malta não sabe onde é que o vôo acaba, nem como nem quando, nem com que bagagem, mas TAMBÉM NÃO SABE (e este é o GRAAAANDE ponto a favor da TAP) se vai uma gaija seminua ao lado, com conversa de badalhoca!
Bem hajam
Sexta-feira, Maio 11, 2007
Sport lisboa e Cisjordania 1K€2
Sim mesmo ékyé!
Tou de acordo - Exportamos o que de melhor a nossa cutura tem.
"então ou Paulo
"ó zé
"a lingua portuguesa"
Ná, o PP não percebe de cultura.
Nem os energúmenos que criaram on centro cultural de Belém
Muito menos toda a malta que lê, fala e pensa.
Exportar a cultura portuguesa, sería por exemplo, pagar um estádio de futebol na Cisjordânia.
É treta, mas a malta acreditou que tínhamos gasto 1 milhão de Euros nessa merda.
Tão alguém metia na cabeça que se fosse gastar um milhão dele para pôr gaijos, que se atiram com bombas contra carros e prédios e quejandos, a jogar à bola?
Fogo....
Quarta-feira, Abril 25, 2007
I Vem aí o vinte e cinco
Pois é, estava hoje a ouvir a antena 1 sobre a Pide e torturas associadas e apeteeceu-me voltar à alma mater
Ó Tasca que não nos abandones, pois nunca nos desiludiste!
Pode-se aliás tirar o homem do tascalhão (como aliás foi provado pelas mães de Bragança, meia dúzia de gaijas esticadas para lá do razoável, que tiraram emprego a centenas de emigrantes trabalhadoreas esforçadas)
Mas a verdade é que, NÃO SE PODE TIRAR A TASCA DO HOMEM.
E assim, depois de ouvir falar em 18 dias sem dormir, testículos esmigalhados, posição de estátua virada para a parede, etc deu-me a sede e tou de volta
(é notável como a linha acima se parece com relatos de amigos meus sobre cruzeiros do Holmes place. Enfim, do que uma geração foge é o que outra geração compra, o costume)
Para já começo porme enfrascar com o Zeca e a grande promessa de Abril:
Em cada, esquina um ami-igo
(e eu cantava) Em cada, tasca um baga-aço
Nesta coisa porreira que é o copo de três, viramo-nos os dois
Pois é, mais à frente está o Vitorino, e o Zeca diz-me, Ó Pá do Blogge, pá, corre lá com esse gaijo daqui porra pá, que eu não aturo com estes gaijos que andam de dois cavalos para baixo do tejo e de A6 para cima.
Para mim ou é o novo Mercedes ou Nada.
Então, lá explico ao Vitorino, que ele não pode estar aqui, não é um veterano inadulterado de Abril, vendeu-se ao capital e, que tenha lá paciência, mas vá ao Blogge de esquerda que lá têm até o ouvem.
De resto a malta até gosta do Vitorino, gaijo porreira, apesar do chapéu a atirar para o saloio (vai-se a ver e ainda é cultural). Mas hoiije, é só prá malta do verdadeira.
Práqueles que lá tiveram.
Pró pessoal do 25. E Majores Tomés, amais Otelos ou quejandos, a malta não atura.
Hoje os fregueses são os desgraçados que fizeram aquela merda:
O Vinte e Cinco, gaijos barbudos e que diziam palavrões e tratavam toda a malta por camarada, porque era assim, não para mostrarem na TV.
É como o pessoal do MDLP, Calvãos, PAradelas e companhia, desde que não mamem cá copos hoje tou-me a cagar, porque senão arrisco-me a que a malta se pegue toda à porrada e depois, lá tenho que ir comprar mais cadeiras aos ciganos.
Aliás, levar com estes fregueses já é mais numa de dizer que o sitío tem ambiente que, própriamente dito ganhar algum, cos gaijos é só bagacçucho do rasca.
O que vale é que isto também não é fino.
Quarta-feira, Dezembro 20, 2006
Sim Memo é kié
Loira, bêbada e agarrada a Nova Iorque?
E a malta achava que o Trump a ia despedir (pois é o gaijo é dono da Miss America)
São todos parvos!
Segunda-feira, Junho 05, 2006
E o que foi feito de ti?
(já estou a ouvir as vozes de todos esses barbudos e peludas que, no fundo no fundo, eram a real clientela intelectual do tascalhão a dizer "não, não, não pode ser, antes morto, como o julgávamos!)
Pois é, mas tenho andado por tascas mais finas, menos sujas. O Tascalhão terá sempre um lugar no meu coração e eu vou cá voltando, mas nem por isso deixo de andar por outros ambientes mais limpos.
Vou passando por aqu
Bem hajam
Quarta-feira, Janeiro 18, 2006
Pois é
IOIOIOI
Ollá para mim do blogue! em 2006!
Cheguei
Sábado, Outubro 29, 2005
APOIO PRESIDENCIAL
Segunda-feira, Agosto 01, 2005
Apoio presidencial
Atão e aturar esta merda hã?
Por alguma razão não há produtividade.
Agora que chove as gaijas não se despem mas, como não há guito, e anda a malta triste porque os sacrifícios que nos vão pedir são cada vez maiores, as gaijas lá põem um cobertorzito por cima do pelo e saem à rua de galochas. Resultado:
Abaixa a produtividade. É por essas e por outras que 20% dos licenciados portugueses vivem lá fora. São imigrantes e nem vale a pena discutir a estatística e dizer que inclui imigrantes de segunda geração porque a verdade é que:
VIVEM LÁ FORA
No xtrangêro.
A ver a bela da italiana, mais a matulona da alemã, e a boazona da espanhola, a porca da holandeza e outras galderias que tais que nos vão gamando a massa cinzenta.
E anda-se por cá a discutir a produtividade, quando o Zé pagante dizia que a patroa lhe ia aos fagotes na cama aí uma vez por mês (estatísticas do ano passado) e depois quantos Zés é que foram para esses Brasis, Roménias e outros que tais por esse mundo fora? Por essa tradição que vem do tempo da invenção da Mulata, criação indiscutível do Português.
Pois se o ginhêro Sócrates cá quiser vir mamar um copo, eu digo-lhe:
“Ó Sou ginhêro, homem!
Eu sei que o Sou ginhêro não vai querer ouvir e não gosta, mas liberalize lá a industria da minisaia e do soutien para as gaijas andarem melhor arreadas, dê um subsidiozito aos health clubs e vai ver a produtividade a subir e os licenciados a não querer ir embora!”
Sou aliás a lembrar a minha modesta contribuição para a polémica do choque tecnológico, e artigos que tenho também escrito do fundo da garrafa!
Aliás, a malta não baza porque acha que esta merda tá uma merda, entregue aos cães e sem referências, uma merda onde até a Fenprof acha mais importante os putos saberem mexer nas calculadoras que a tabuada de cor, e setecentos mil deles acham normal que o resto da cavalagem lhes pague as hemorróidas de tarem tanto tempo sentados note-se sóbrios como a merda. Não a malta baza para ir ver cus.
Aliás, basta ouvir ontem o Prof. Cabaco para saber o que vai mal, e trásantontem o Dr. Soares para saber como se resolve e amanhã o Dr. Louça para saber de quem é a culpa, enquanto o Dr. Alegre a canta e, eu já disse. Voto no gaijo do Bibi é por ele que o Tascalhão fará campanha, pois somos a favor da MALTA QUE TRABALHA! JOSÉ MARIA MARTINS, basta ir ao
blogue dele e ver as razões. E melhorar o país. Quem trabalha é que conhece disto! E a ver pelas ideias do homem nem é mais descabido pô-lo lá que pôr o Louça, ou o Soares!
Por isso o Tascalhão declara publicamente o apoio desde já!
TAMOS COM O ZÉ.
Bem hajam
Domingo, Julho 31, 2005
Eleições 2005
Em Gondomar nããããão manda um Zé Ninguém qualquer. Em Gondomar mandam os Gondomarenses.
Em Felgueiras o que é da política não é da Justiça e vai-se ao Brasil vai-se fazer plásticas porque agora que a Bárbara anda na política vale a pena tentar ser gaija apresentável, aliás no seguimento do "Don't Cry For Me, Felgueiras. The truth is, I never Left you.
Em Oeiras manda esse intrépido empresário internacional com interesses taxistas em Genéve que é o vôvô futuro
Em Amarante o PS arroga-se ter vencido o populismo, mas parece que afinal foi o Engº Mota que lhe deu porrada.
O Professor Carrilho foi um gaijo com eles no sitio. Eu, se me visse frente a um gaijo do tamanho do Carmona, não sei se tinha provocado porrada daquela maneira alarve. Mas vai daí a mulher dele ainda é capaz de ser maior que o outro gaijo. Se ainda não estiver entretida com o Coelho, o Zé Maria tem as costas protegidas.
Quanto às presidenciais, o Lobo Antunes é mandatário do Dr. Soares, um dos muitos candidatos de esquerda que exige fazer propaganda pelo Prof. Cavaco, no seguimento do que o Prof. Marcelo de Sousa já vem fazendo à dois anos.
O Dr. Alegre parece que o vai cilindrar, depois de ter ajudado a cilindrar o filho para as eleições do PS, a malta mais à esquerda anda à procura de coisas para dizer, o Portas é que não o apanham nesta que tem mais o que fazer que voltar a correr feiras.
Eu vou, provavelmente, votar em quem trabalha, no homem do povo que arranha como todos nós o Dr. José Martins (vulgo advogado do Bibi)
Tamos conversados sobre eleições. Vamos trabalhar o figâdo e falar de gaijas
Sábado, Julho 30, 2005
Olhem que andam a mexer num vespeiro
"Foi também perguntado se tinham conhecimento de algum militar que abusasse frequentemente do consumo de álcool em serviço. A maior parte (60%) não sabe de ninguém nessa situação, mas uma significativa percentagem (29%) conhece mais de dois companheiros, o que somado aos que conhecem apenas um (9%), ou dois militares (3%), aumenta bastante o número de militares que tiveram contacto com situações de abuso continuado de álcool em serviço (41%)."
"GNR, 53% consideram que é moderado. Segue um grupo que define esse consumo como elevado (33%) e aqueles que são de opinião de que é muito elevado (7%). Apenas 3% o consideram reduzido."
Depois de citar estes dois parágrafos noto que:
a) Xou Guarda que é Xou Guarda anda bêbado, trêbado. De preferência de nariz encarnado
b) Este facto é do geral conhecimento da malta informada e atenta ao que se passa à frente do seu nariz
c) Se eu percebesse que bastava analisar o corriqueiro, depois de analisar uma série de canhurros semi alcoólicos envergonhados para fazer uma pós graduação que saísse no jornal, desse ao ministro razões para falar na TV e brado internacional, se calhar tinha percebido o que é necessário para tirar uma licenciatura em Portugal.
d) Alguém tem duvidas que o Xou Ministro tá a tentar fazer a folha aos Xous Guardas?
Pá deixem os homens em páz que, se não decretarem tolerâncias zero, eles não chateiam a malta. Se não ou fazem greve à multa ou toca a mandar papel em na rapaziada. É o que eu digo, são estas faltas de respeito à autoridade que dão cabo da produtividade nacional
Sexta-feira, Julho 29, 2005
Chissa, não há nada que não aconteça aos EUA e ao CTU
Caraças, hora a hora, preocupei-me com a bomba atómica que ia atingir os EUA, que foi desmantelada, que já não era aquela, mas era outra, com o Bauer a ser alvejado, a o, levar tareia, a ser torturado, veja-se, a ferros quentes, a evitar matar a assassina da mulher, com a assessora do presidente com dramas morais, e a ser atirada pelas escadas, com o presidente dos EUA a ser traído, quase encornado, desacreditado, desautorizado, demitido, reconduzido, assassinado. O CTU a levar com uma bomba, atacado internamente, o chefe a morrer de envenenanemto radioactivo. Toda esta malta com dramas reais, consciências, limites etc (excepto a filha do Bauer que, nitidamente tava lá para fazer correr minutos).
Foram dois dias até às 02.30 AM, de stress, emoção e resignação.
K A G R A N D A SÉRIE É O QUE É.
(para quem não viu foi o 2:4)
Para depois, no domingo, ao chegar a casa descobrir que as mulheres já não gostam de príncipes encantados e sim de rábilós! Um desgraçado de um paneleiro a fazer que tem namorada e dois gaijos do esquadrão G (pasme-se) a vesti-lo e apinocá-lo, supostamente para ele pinocar a namorada, a mais uma quinta das celebridades com malta que berra muito vestida de camuflado, mas o gaijo do esquadrão G continua lá.
É a diferença entre a boa e a má televisão. Dois dias de stress contra dois minutos de cretinice cor-de-rosa.
BIBÁ DOIS KUM KARAÇAS!!!
Assim é que é, um gaijo arma-se em parvo leva dois bananos no nariz e fica a fala nadalmente do dariz, e a sangrar feito parvo.
Só espero que diminuam o ritmo dos episódios porque se não deixo de viver a minha vida, o que era chato
Quinta-feira, Julho 28, 2005
Não sabem o que é uma puta!
Recebi este mail, enviado por uma dessas bestas que agora se chamam “senders” ou o raio que o parta parecido e que antigamente se chamavam “bisbilhoteiros e cobardes”
Os “->” "<-"São comentários meus
"Prostituição cultural"
Barbara Guimaraes recebeu ate Outubro de 2001, durante todos os meses, 5.000 euros (1000 contos) do Ministerio da Cultura para realizar um curto programa diário na RDP-Antena 1. Ao todo foram 60.000 euros (12 mil contos) recebidos em 2000 e cerca de 4500 a 5000 euros por mes em 2001. Ou seja, o Estado portugues gastou com Barbara Guimaraes um total de 110.000 euros.
-> Não acho mal, quer dizer é um escândalo a atribuição de guito para programas culturais, sem grandes regras ou fiscalização. Penso de facto , como já escrevi em artigo apropriado, e há algum tempo, o que me torna insuspeito, ANTES UNS MILHARESZITOS PARA A BÁRBARA QUE UNS MILHÕEZITOS PARA O CCB.<-
Tudo gracas a amizade entao existente entre o ministro da Cultura e a conhecida estrela de televisao. Manuel Maria Carrilho subsidiou o programa,um pequeno magazine cultural de cinco minutos transmitido de segunda a sexta-feira na RDP- Antena 1. Os 5.000 euros mensais atribuídos por Manuel Maria Carrilho a Barbara Guimaraes foram pagos atraves do Fundo de Fomento Cultural, entidade tutelada pelo Ministério da Cultura e presidida pela actual secretaria-geral do ministerio, Helena Pinheiro Azevedo.
-> Isto para explicar que, sim senhora o energúmeno que se lembrou desta radicalidade sabe fazer contas ou que sim senhora, a Srª Drª Helena Pinheiro Azevedo andava a ser comida pelo Dr. Manuel Maria Carrilho ou que sim senhora, a Drª Helena Pinheiro Azevedo andava a comer a conhecida apresentadora Bárbara Guimarães?<-
Este deve ser o dinheiro que um contribuinte medio faz de descontos UMA VIDA INTEIRA, sem poder fugir !!!
-> Não é bem, é um bocaditozito menos que isso, tenho todo o prazer em explicar: Um trabalhador que casado com um filho e cônjuge trabalhador desconta 1.5%+11%= 12.5%. Pelas minhas contas, em 47 anos de trabalho, deveria descontar 41.125. Para dar 110000, o Zé pagante médio (ou um bocadito inferior, pus a 500 euros/mês) teria que andar a trabalhar 126 anos, mais mês menos mês. Como é público lá em casa, sou a favor do aumento da idade da reforma, porque não há guito para pagar essa merda, mas penso que isso tem pouco a ver com o caso e que 126 anos serão, mesmo assim, um exagero.<-
Propomos que todos os que recebam este email façam forward, em forma de protesto.
-> Aproveitando também para propor que votem Carmona? Não? Tou chocado! Olhem, quando escreverem pérolas destas, não se esqueçam que aqueles cartazes da campanha do Santana do "conhece este homem" a mandar abaixo o Sócrates fizeram mais mal que bem. O Carmona tá quase lá, só por não ter adversário à altura...<-
Como diria o ilustre Manuel Maria Carrilho no telejornal? 1. Chocado ! 2 Surpreendido ! 3. Envergonhado ! 4. Apanhado ! 5. Escondido com rabo de fora ! Quem sabe alguém ganhe vergonha na cara.
-> Acho que ninguém percebeu a boca. Basta ter visto o debate com o Engº Carmona Rodrigues, como pico de uma pré campanha absurda e de uma campanha cretina, para perceber que o Dr. Carrilho foi lá posto para se lixar. Não percebe de poder local, não se aguenta à bronca na discussão e agora é que a malta se lembra desta história! Desgraçada da Srª Carrilho com um filho e tudo, que já não chegava o Coelho a babar-lhe em cima, agora tinham que lhe mandar esta às ventas. Num país em que o Sr. D.Duarte fez as declarações que fez (in artigo apropriado) que a malta anda no engate no posto de trabalho, atão não querem lá ver que agora demos em pudicos? <-
-> Bem hajam!<-
Quarta-feira, Julho 27, 2005
Como assassinar uma musica
Os System of a Down ainda são das minhas bandas preferidas. Para quem não sabe são uns arménios marados, semi metaleiros, que alternam gritaria com alguma melodia, não dá a barafunda que parece e cantam em bom inglês (assim um bocado Silence 4 com letras inteligentes e musíca para quem não precisa de fingir que é intelectual à frente das gaijas).
A Avril Lavigne é uma miúda porreira e esforçada, que diz que NÃO CANTA A MUSICA DE QUE GOSTA.
A resposta a porque é que ela NÃO canta a musica de que gosta está na versão do Chop Suey dos System of a Down que ela faz:
Não a deixam
Segunda-feira, Julho 25, 2005
Outro mestre - I drink alone
George Thorogood:

Aliás o Sr. George Thorogood tem-se descrito a si mesmo da seguinte forma, mais ou menos:
Se o BB King é a alta cozinha do blues eu sou a fast food, onde toda a gente gosta de ir de vez em quando
Aliás, desde o seu "Bad To The Bone", que penso que foi mal interpretado por ter sido utilizado em oitenta e poucos no filme girls of penthouse (aliás de uma fotografia notável e com actrizes extremamente esforçadas) tem outras pérolas de sabedoria como "One Bourbon, One Scotch, one Beer"
With nobody else
I drink alone, yeah
With nobody else
You know when I drink alone
I prefer to be by myself
Every morning just before breakfast
I don't want no coffee or tea
Just me and good buddy Wiser
That's all I ever need
'Cause I drink alone, yeah
With nobody else
Yeah, you know when I drink alone
I prefer to be by myself
The other night I laid sleeping
And I woke from a terrible dream
So I caught up my pal Jack Daniel's
And his partner Jimmy Beam
And we drank alone, yeah
With nobody else
Yeah, you know when I drink alone
I prefer to be by myself
The other day I got invited to a party
But I stayed home instead
Just me and my pal Johnny Walker
And his brothers Black and Red
And we drank alone, yeah
With nobody else
Yeah, you know when I drink alone
I prefer to be by myself
My whole family done give up on me
And it makes me feel oh so bad
The only one who will hang out with me
Is my dear Old Grand-Dad
And we drink alone, yeah
With nobody else
Yeah, you know when I drink alone
I prefer to be by myself
Domingo, Julho 24, 2005
Merda de filmes
1) Romassanta:
O pior filme de sempre, uma pseudo alucinação, uma viagem ao subconsciente mais falso de um realizador sem nada para fazer e que está tão zangado com a mão direita, que nem a canhota o alivia para evitar figuras destas.
A Maior cretinice que tenho visto, sobre uns manos que tinham a mania que eram lobisomens e, então, um deles andava por aí a comer gaijas para depois as matar e as comer com o outro (toda a malta percebeu o trocadilho vulgar, do “comeu”) e que acaba por não ser morto porque é louco. Mal feito, mal filmado, mal explicado. Um bocadito como os incêndios.
2) Blueberry:
Mau todos os dias da semana. Ao nível de um Romasanta. Não há nada que os salve aos dois.
Feito para gastar dinheiro. Uma merda psico misticó western em que nem o desgraçado do Michael Madsen salva aquela merda.
Devia ser proibido escrever guiões charrado.
3) Imaginary Heroes:
Nem a Sigourney salva isto. É a história de uma família de agarradinhos dos cornos que tem como vizinhos outra família de agarradinhos dos cornos.
A Mãe, comeu o marido da vizinha, anda zangada com o marido, fuma charros, engata putos mais novos que acaba por não comer (vá-se lá perceber) e vai dentro. O irmão mais velho mata-se, depois de avisar o mais novo e ele cagar nisso, o mais novo e o vizinho fumam charros, metem ácidos e, numa cena que deve ser aclamadíssima pela crítica, beijam-se e prontos.
O agarradinho dos cornos do pai é parvo e tenta ser homeless, mas nem isso consegue. Acaba tudo junto a ver um concerto do irmão mais novo (menos o irmão mais velho).
4) Closer:
Um par de casais à procura de uma boa foda. E de um bom par de estalos. Outro exemplo neurótico de um charrado enamorado do próprio pensamento.
Do Janado do autor, ao atrofiado do produtor passando pelos agarradinhos dos cornos dos actores e pelo reçaibiado do realizador, deviam mesmo ser apresentados às delícias do submarino a litro. Isto poderia evitar disparates como este filme.
Já agora nem a Júlia Roberts é uma gaija interessante quando sorri, nem a Natalie Portman é boa NEM QUANDO FAZ A ESPARRAGATA.
5) Gilgi (do parvo do realizador de Meet Joe Black e Scent of a woman que são outras baboseiras na mesma linha mas não vale a pena bater em filmes de 1992):
Ben Afleck, supostamente cobrador de um mafioso, é suposto de ir raptar um irmão atrasado mental de um promotor público de LA, para fazer chantagem porque um amigo do mafioso vai ser acusado pelo promotor.
Depois de raptar o gaijo, aparece-lhe uma gaija óptima à porta a dizer que é vizinha e a pedir para entrar para usar o telefone. Quando ele a deixa entrar ela (Jay Lo) explica que afinal é assassina profissional e que foi contratada para o ajudar a guardar o atrasado porque ele é incompetente.
Mais tarde explica-lhe que é fufa e, durante uma sessão de alongamentos da gaija, põe-se a comparar (extensiva e exaustivamente) as vantagens do caralho e da cona (só em conversa, claro). Nisto entra o Christopher Walken, a fazer de polícia mau e duro, pelo apartamento numa cena que ninguém percebe, pois não tem seguimento nem ele aparece mais. E, um bocadinho depois, a namorada da assassina fufa que faz uma cena de ciúmes, pergunta se não vão todos para a cama e corta os pulsos, numa cena em que eu tive uma quebra de tensão. Ao chegarem ao hospital, telefona o mafioso a dizer que o promotor tá-se a cagar no irmão, para eles mandarem um dedo do parvo. Eles já são amiguinhos do irmão (depois de uma cena em que o puto diz que quer ir a “Baywatch, porque é onde o SEXO acontece”) e o Gigli (que se lê “Chili”) corta o polegar de um morto na morgue do hospital com uma faca de plástico, e envia-a ao promotor. Cena seguinte, são chamados a casa do mafioso. O amigo de LA (Al Pacino) está lá, faz um discurso, pergunta ao mafioso se que ir para a faculdade de medicina e despacha-o para lá como cadáver com um tiro no meio dos cornos, para depois explicar a parvoíce de tentar enviar um dedo falso num país onde já se lêem impressões digitais à 200 anos.
O Ben e a Jay são mandados despachar o parvo e deixam-no no elenco do Baywatch e depois de alguns vai e não vai, lá seguem juntos. Também há uma cena, no meio do filme em que se começam a comer e ela olha para ele, aponta para um bocadinho abaixo das pernas, abre as pernas e começa a abanar tipo “mama aí”. Este filme também vai estar na lista dos melhores se alguma vez a fizer, porque, como toda a gente que o viu, não sei se é uma merda se uma obra de arte.
6) A dirty shame:
Se tiver que escolher, vale mais a pena mandar uma martelada no pé que ver isto.
Não é um filme sobre sexo
Não é uma comédia
Não é um filme sobre a polarização da sociedade americana.
MAMERDA, é o que isto é.
E ainda teve 6 produtores executivos
0) Grande campeão
Uns tempos depois de escrever este artigo levei nos cornos com uma merda que se chama, em português "A Sombra do Assassino" (em inglês não se chama nada, por que se chamar, ele é capaz de vir)
Resumindo, a Hellen Mirren fez de gaija seca e velha em "The Queen" e resolveu que tinha que ter outra imagem. O Cuba Gooding JR resolveu que, desse por onde desse, havia de ir aos fagotes a uma branca tipo aristocrático. Foram juntos à esquina por uma personagem chamada Lee Daniels, que já tinha realizado outra parvoíce, menos evidente mas com pretensões da mesma magnitude, que foi o Monster's Ball, e então pelo que eu percebi enquanto vi o filme:
Toda a malta vai fodendo homéricamente da seguinte forma:
A Hellen Mirren fode o pai do CGoodingJR, que o tenta matar e ela mata-o. Depois educa-o como assassino e, quando ele cresce, fode-o a ele, até que dá por ela fodida com um cancro e, além de continuar a ir aos fagotes ao puto, vai funando ganzas como quem bebe água. O rapaz vai mandando umas na velha. Visto que a profissão dos dois é, como era a do falecido gooding SR, assassínio, vão matando gente.
Entra em cena um caramelo porreiro que é chefe de uma gangue. Numa cena inovadora, num snooker, deita um dos anormais que trabalha com ele numa mesa de snooker e espeta-lhe com uma bola dentro da boca. O desgraçado tinha andado a explicar que tinha comido a mulher do patrão. Depois de muita conversa (para a qual teve que tirar a bola), volta a pôr a bola na boca do gaijo e tira-a com o taco de snooker pelo cu, antes de matar o gaijo. Depois manda matar a mulher, grávida de 8 meses, porque nunca há de ter confiança nela. Vai a casa e, noutra cena de ABSOLUTA INOVAÇÃO, manda uma foda na mulher (a mesma que está grávida de 8 meses).
A branca velha e o preto estúpido são contratados para matar a mulher. Quando chegam a Hellen, que vinha da Raínha a ver morrer noras, tem pena deles, salva-os, diz que os matou e recebe o dinheiro.
Levam a míúda e ela entra em trabalho de parto. Chamam o médico do crime, que é um puto que está a estudar para médico. Na altura em que chamam o puto ele está na cama com um monte de banha de cor castanha, que depois se descobre ser uma gaija sensível que fuma crack (nem a inovação psico sexo apócalíptica da realização consegue mostrar uma foda nesta gaija). O médico vai ter com eles e faz o parto.
Passam a viver como avó, mãe, bébé e tio até que a avó morre a foder com o tio, que a mata para ela não sofrer (e é patente que não foram ver o filme do Clint Eastwood sobre eutanásia, para aprenderem a fazer cimena), e depois enterra-a nu. As coisas continuam com o desgraçado do Cuba Gooding a matar gente para sustentar a casa e, a partir de uma certa altura a envolver-se (à canzana) com a mãe do puto.
Os anos vão passando (literalmente) e o puto crescendo, o preto matando, assim como o mafioso, que tem uma cena num clube a foder uma puta, em que a gerente se vai queixar ao assistente dele. O mafioso(Stephen Dorf) vem de lá com a pila semi tesa a abanar, dá um tiro na gerente e diz ao capanga que já lhe explicou que não quer barulho enquanto fode. De castigo dá-lhe um tiro no pé e chama o médico do crime.
O médico acorda, diz à namorada que largue o cachimbo do crack e vai coser o pé do outro gaijo.
Dias depois vemos o médico, que já acabou o curso, numa cliníca própria, de ginécologia, a ser apanhado pela agarrada da namorada a comer as partes intímas da cliente. A namorada vai directa ao mafioso e explica-lhe que toda a gente lhe mentiu e que o filho está vivo. A lenga-lenga continua e o mafioso vai matar toda a malta numa cena de uma dureza desnecessária, mas que em nada se compara à desgraçada ideia de dar uma tacada numa bola de snooker pelo cú de um gaijo, e acaba morto pelo filho.
Quarta-feira, Julho 13, 2005
Txxxi!!! As desculpas que os gaijos dão!
“Numa sociedade livre, ninguém tem o direito de proibir uma mulher de vender serviços sexuais. Por outro lado, existem muitas formas de prostituição aceites pela sociedade, como a secretária que tem relações sexuais com o patrão e recebe algo em troca.
(...)
Não me sinto rei de Portugal mas, em certa medida, sinto-me rei dos portugueses.”
Vamos dissecar:
Sou a favor da sociedade a que o Sr. D. Duarte pertence. Aquela em que a malta explora sexualmente as gaijas que lá trabalham. Agora, prálém do fim do mês, aquilo que estou a ver a secretária receber é um esfolão nos joelhos, ou o esquentamentozito passado pela legítima do Sr. Sócio Gerente, pelo que ainda acaba por pagar as joelheiras ou a conta da farmácia.
Isto tendo em conta que o secretariado pode ser como o putedo ou seja, um gaijo manda vir uma kosóvaria de uma agência de emprego temporário, tipo pró bico, mas um Sr. Dr. Gaijo, ou um Sr. Engº Gaijo tem lá uma brasileira que até cheira bem da boca.
Assim é que é. E assim tava a ver o PPM, se acaso apoiasse este progressista, como pelo menos terceira força política a saber:
· O PCP é contra a exploração das camaradas putas, mas a favor da liberalização
· O BE é contra a exploração das mulheres, mas não muito, porque é uma profissão de alto grau abortivo e o Dr. Louçã é contra a panascagem com família, mas a favor do aborto.
· O PP é contra a liberalização do putedo, apesar de, nos anos 90, ter dado brado com o valor mensal que pagava às secretárias.
· No PSD não se vê uma gaija decente (só um gaijo muito desviado e com altos problemas de carências sexuais, seguidos de uma adolescência altamente complicada é que acha graça à Drª Leite), excepção feita para as gaijas contratadas pelo Dr. Pedro Lopes, que até é gaijo para se mudar para um eventual partido do Sr.D.Duarte (Pio) que eventualmente saia destas reflexões, até porque o Dr. Lopes, o Dr. Morais, o Major Loureiro, o Sr. Torres, o Dr. Jardim e outros que tais, além de sempre terem sido a favor do putedo estão a precisar de lifting de imagem ou seja, de novo partido.
· O PS não se tem grandemente preocupado com as damas de virtude negociável, não sendo aparentes grandes barracas com putas. Já com putos a guerra é outra, mas provavelmente não faria grande guerra.
Noto ainda a coragem física do homem, que combateu na guerra de Africa.
Assim não restam duvidas, o Sr. D.Duarte (Pio) poderá sentir-se rei do putedo, do secretariado enfim, das profissões que fazem isto andar para a frente e, se alguém se quiser meter com ele, tem a máfia sem partido para se apoiar e, caso não chegue, é gaijo para mandar vir a tropa ou lhes ir à tromba. E mais! Em Bragança ele limpava a votação!
Aqui façamos evidenciar os nossos conhecimentos antropológicos:
Desde que a malta é malta que apareceram 3 profissões, logo seguidas de uma 4ª
O exército, a igreja, o putedo e os políticos
Fora as putas, que não estão organizadas, a Igreja Católica é o maior proprietário imobiliário do mundo e o exército tem uma organização do caraças. Assim dar às meninas uma organização social pode significar a criação de uma força social importante. Aliás, e sobre este assunto, lembro que o segundo post no tascalhão foi sobre prostituição, e aquilo que acho dela e sobre o futuro social, basta ler o meu artigo sobre o choque tecnológico.
E depois deste momento bonito de niilismo, é aqui oportuno, já que falamos em aproveitamento sexual, lembrar o emérito Dr. Jorge Coelho, esse caceteiro do underground PS, que exprimiu uma opinião sem antanistas, ao gritar aos quatro ventos:
“Bárbara o PS gosta de si! O povo de Lisboa gosta de si!” (notava-se-lhe as hormonas a saltar pelo nariz enquanto berrava, só de olhar para as mamas da gaija. O Manuel que não se ponha a pau que o gaijo ainda lhe papa a apoiante).
Ora vamos lá com calma, o povo de Lisboa também gosta da Ana Afonso, da Catarina Furtado, da Fátima Lopes, e de tudo o que seja gaija mamalhuda enxuta. E o povo do Porto também e, atão se formos a Bragança, hó, hó! Só em Felgueiras é que a malta gosta de badalhocas baixas, gordas e pouco saudáveis.
O que põe a Bárbara um bocadito lá atrás. Antes de ela ser mãe do Zé Maria, até valia a pena, mas agora está um bocadito institucionalizada. Eu, que até sou um progressista, sempre achei que um milhãozito para a Bárbara fazia, à altura em que foi dado, mais pela causa da cultura que vários para o CCB, ou para estádios de futebol.
Quer-se dizer estes gaijos de idade entradota que babam com uma gaija que já foi ou só porque é gaija e simpática até atentam no juízo geral. Basta ver o Prof. Freitas a babar na Condy Rice só porque foi bem tratado... do que ele explicou ficou a ideia que falaram, ela foi muito simpática, ele gostou muito de falar com ela, têm afinidades.
É minha opinião que, em vez de Washington fazer figura de velho parvo, podia bem ir fazer figura de velho parvo ao Passerelle com o Sr. D. Duarte (Pio) e o Dr. Lopes e poupava uma pipa dele à malta e dava a mesma opinião sobre as gaijas, adiantava tanto serviço como fez nesta viagem, não fazia o país fazer figura de urso e ainda contribuía para o lucro de uma empresa que paga impostos. E não tou a ver contra nenhum, porque o Prof. Amaral prepara-se para ser mais um dos que vai dar uma tareia ao Manuel Alegre (o que não tem grande problema) e outra ao Engº Sócrates (aí é mais complicado, que arrisca-se a ir pela porta do Dr. Campos Cunha)
Terça-feira, Julho 12, 2005
Atão vamos lavar a cara ao Tascalhão. A malta diz que isto devia ser uma tasca fina, onde se seguisse alguns preceitos:
1. se falasse com propérios
2. não se fumasse
3. se bebesse pouco e bebidas finas
4. se lavasse os urinóis todos os dois ou três fins de semana
5. se lavasse as canecas com a mesma regularidade que os urinóis
6. se fizesse descontos e fiado
7. se fosse um bocadito de esquerda
8. se levasse de vez em quando no cú (ou pelo menos dissesse que era bom, ou no mínimo não se fosse contra)
9. se escrevesse coisas que a malta quisesse ler
10. se condenasse as bebedeiras homéricas contínuas e regulares
11. não se comentasse gaijas com tanto à vontade
12. se dissesse bem dos gaijos de quem é suposto dizer-se bem e mal dos gaijos de quem é moda dizer mal
13. se tivesse a televisãozita desligada
14. se escrevesse regularmente
1. Tentaremos desde já cumprir este preceito de edificação da língua portuguesa, elevando o diálogo, se não nos for possível no conteúdo, pois são muitos anos de idiotices para mudar de repente apesar de os preceitos abaixo deverem ajudar, pelo menos na forma, tornando o ambiente mais limpo
2. estamos de acordo é um vício nojento, só ganza ou erva e à porta, que assim não metem o gerente na Ramona. Aproveitamos ainda, em época em que não é bem dizer mal da subida dos impostos (aparentemente apenas para continuar a pagar o despesismo público), para avisar que 10% da ganza e da erva ficarão retidos atrás do balcão, para fazer face a eventuais necessidades medicinais da gerência. Em relação a tabaco não calibrado pensamos que, no espírito do tascalhão, deveria ser ressuscitado esse monstro sagrado da portugalidade: O MataRatos. Português Suave e SG Gigante são as duas outras marcas que podem ser cá fumadas. Prometemos no entanto abrir a porta para gerar uma pequena corrente de ar quando o ambiente estiver seboso demais com o fumo
3. Fregueses que queiram beber Safari e Campari estão à vontade para aparecer. Eu é mais Bagaço e Whisky. Aliás a malta vai fazer o esforço de passar a beber por caneca em vez de balde mas, e isto em tom de abnegação pela situação nacional, SÓ DEPOIS DE A SECA PASSAR é que consideraremos políticas deste cariz Aliás os pontos 4 e 5 estão também intimamente ligados com esta situação.
4. Estamos à espera. Pusemos um anúncio na bolsa de emprego à procura de funcionário para esta função. Assunto pendente até à contratação e fim da seca
5. Será o funcionário mencionado na alínea anterior.
6. Isso é que eles não sabem mas aprendemos com um gestor de marketing hoteleiro “By simply doing away with outmoded concepts like paying, I’ve created a veritable heaven on earth”. Aliás, gerente mesmo, pois trabalhava por conta de outrem. Nós aqui seguimos essa política.
7. Tamos de acordo. Viva TVI.
8. Pá, aqui é que custa. Não gostamos, não levamos, não queremos experimentar, achamos que a única coisa que faz é rasgar o cú. Claro que não condenamos vivamente o acto da sodomia, pois deixaríamos instituições públicas altamente ofendidas. Da nossa forma de ver, cada qual o mete onde pode e o deixam e quer, mas que dói, só quem nunca teve que cagar um caroço de pêssego é que acha que não dói. E cá dentro pelo menos temos uma política de não discriminação sexual. A malta não pode ir aos fagotes da malta no tascalhão ou seja,
· Não se lava a boca a outrém
· Não se fode
· Não se faz broche nem minete
· Não se enraba
· Não se apalpa gaijos
Pronto, para isso é que há casas de banho e até as dividimos: Paneleiros nas casas de banho dos homens e o resto da maralha nas outras. Em relação ao ponto 2, proibimos também a coca na casa de banho. Terá que ser na escola (recomendamos www.ouguela.blogspot.com, por exemplo ou daescola.blogspot.com/)
9. Aqui vai custar mais. Prometo de futuro escrever sobre política e futebol e a quinta, se voltar a haver
10. Claro que não podemos seguir todos os preceitos. A tasca irá enfinando, não se fica fino em dois dias.
11. Não podemos falar de gaijas? Isso é que lixa a malta. Não pode ser tão “cu”, “pernas” e“mamas” tá fora? Não sei se é possível. Até porque na TVI se fala. Atão e não podemos comentar a cena de fufaria da Arlinda no fim da quinta a cantar e dançar com as mamas da outra gaija? Até porque é, provavelmente, o contributo mais significativo até hoje da TVI para a cultura portuguesa, tipo fufa boa e bem vestida (a morena) também é cultura”
12. Pois olhem, o gaijo quinou. Agora que o cavalo branco morreu, o galinho de poleiro do bloco de esquerda ficou de fora e já podemos dizer mal dele. Filha da puuuuuuuuuta do demagogo. E já agora o outro, se era tão honesto, tão honesto, tão honesto, porque é que precisava de receber guito de “um país amigo” hummmmm? Digam lá. E já agora, que tamos em velharias, alguém reparou que, em 75 o bochechas pai (Dr. Mário Alberto Soares) era a favor da auto gestão? E que achava escandaloso perdas de 50.000 Cts em empresas públicas. E já que estamos a falar do famoso debate do “olhe que não Dr.” Porque é que o Letria estava a conduzir a entrevista mais ou menos bem até ao outro gaijo sair e a pergunta seguinte, depois de ele voltar foi para queimar o bochechas? Que eu sempre gostei de molejas, mas aquilo foi evidente demais. E agora, filhas da putas dos gregos, que ainda não se disse mal suficiente desses cabrões desde o Euro.
13. Aqui tou a favor porque interrompe as conversas proteladas.
1. (revisto) Vão prá puta cus pariu. Isto é um tascalhão à antiga. É meu e só para mim. Sou comos gaijos da revista à portuguesa: Posso morrer mas é pelo meu caminho e ainda vou a dizer que “querem acabar com a revista!” qué para ver se me ouvem.
Tascas finas é o que não falta por aí. Tascas há poucas. Tascalhão, só meu só há este. E se me derem outro, vai ser igual. Já agora porque é que isto havia de ser uma tasca fina? Para cá entrarem gaijas boas? Para me aumentarem os impostos? A malta vai ou Maxime ou ao Avião e, sobre os impostos, não subissem o IVA e eu não comprava o tinto em Espanha em vez do Continente. E faço notar que o 14 não merece que se escreva sobre ele.
Quinta-feira, Junho 23, 2005
Venham ao Tascalhão, tragam as Primas
Ou trazem primas ou vão do Tascalhão.
Preferencialmente, tratando-se de moças finas (óóólééé!!!) não será por aqui ou teremos que lavar os copos e os urinóis, e ainda não encontrámos colaborador para essa função, para além do que, com a seca que ainda grassa, seria anti patriótico, NÃO É???
Quarta-feira, Junho 08, 2005
Estamos a deixar desbaratar a riqueza nacional
Alguma coisa tem que ser feita rápidamente
Sexta-feira, Junho 03, 2005
Ele há merdas…
Quer dizer, se eu amanhã disser que ando a falar em nome de um gaijo qualquer e disser umas barbaridades quaisquer, o gaijo não gosta.
E se começar a dizer muitas o gaijo fica lixado.
E se vender a casa dele e para o realojar noutra sem lhe perguntar patavina o homem pode:
a) Processar-me
b) Amandar-me com um ferro nos cornos
c) Agradecer
Agora, adivinhem lá destas três, qual é que ele NÃO faz se não gostar muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito muito da casa.
O que me lixa é que anda pai uns gaijos à uma data de anos a lutar em prol da malta.
E vão a reuniões em Bruxelas, e almoçam em São Bento , um almoço de 3 pratos com vinho a rigor, e esforçam-se por ultrapassar toda a malta na Auto Estrada, para poderem chegar a tempo, e ainda se cansam mais a arranjar empregos para a malta amiga, o que só prova ainda mais que são boas pessoas, e perdem noites a fio a pensar na Europa.
E entregam a malta de mão beijada e nem sequer tiveram a decência de perguntar se queríamos (é imaterial, eu até sou mais euro crente que euro céptico, mas a questão não é essa).
E desta vez não foi só cá. Foi em todo o lado. E agora levam na tromba e não percebem porquê.
Só para que se perceba, o tascalhão não é um Weblog, se fosse, não era um blogue de actualidades e se fosse não era um blogue político.
É um sítio em que eu escrevo umas merdas de bêbado.
Mas custa-me que, a coberto do “O acto único Europeu estava no programa do PS e do PSD” se tenha entregue esta merda à outra merda. Tão em nome de quê? Do eurodeputadismo?
Esta merda tem as fronteiras reconhecidas MAIS ANTIGAS DO MUNDO. A malta é a malta à séculos e somos dos poucos países que, desde que apareceram, nunca tiveram guerras para se dividirem.
Fora o Beto Jonas da Madeira.
Temos uma língua. Lixada, a ver pelos resultados do Português no liceu, mas é a que temos. Ainda temos memória de andar à cacetada com os espanhóis, esse povo de quem se pode dizer o que quiser, pois povo que não tem uma língua, não é povo.
Olivença chora Portugal. Portugal tá-se nas tintas, mas a questão não é esta.
Quem é que deu autorização a estes gaijos para abdicarem da soberania? Era nossa e devíamos ter sido ouvidos. E o resultado directo de se andar a brincar com as pessoas, está à vista em França. E na Holanda, mas a Holanda não conta porque, à uma é um país de putas e droga onde pessoas decentes e respeitadoras não vão nem mijar e as gaijas civis que não são putas vestem-se mal. E, às duas porque não é bem levar a Holanda a sério e pronto. Mmm mm mmm?
É bem em Portugal dizer que o que se faz lá fora é melhor e que o que se faz lá fora é de esquerda, e mandar vir com os amaricainos, e não fazer nada e andar a pescar bacalhau na Irlanda e comprá-lo na Dinamarca.
E o resultado é que estes gaijos vendem a malta sem perguntar nada ao Zé pagante e pedem ao Zé votante que assine por baixo depois. E o depois é que vai ser, porque agora que a França já mandou sevandijas do mesmo calibre à puta kos pariu, a malta cá vai –se pôr a pensar que se calhar até pode fazer o mesmo, apesar dos gaijos lhe tentarem explicar que, “ó senhores, o NÃO em França não é bem um NÃO, é uma forma de exprimir desagrado com os políticos e de se queixarem e de fazer pressão na mesa das negociações!”.
Desarmando a Bomba: É óbvio que o NÃO em França é uma expressão de descontentamento e desagrado com esta pouca-vergonha.
Não estou a ver uns milhõezitos de eleitores a pensarem “ora hoje vou-me dirigir às urnas, e votar não para dar poder à mesa de negociação ao meu primeiro-ministro”.
Aliás, isso entra na mesma teoria, muito minha, que se alguém quiser uma Europa a sério, em que todos os povos vivam em harmonia, não convida os gregos, que ainda não se disse mal suficiente desses cabrões por ganharem o Euro da maneira como ganharam.
Sexta-feira, Abril 15, 2005
Faducho do herói esquecido - A Virgem Chorona
E ficando vai partindo, deixa tristezas a quem tem saudade
Pois ora que ele fica, mas não exerce mais a arte
Ouvide agora senhores esta história sem maldade
Do rapaz que queria ser presidente desta republica ditosa
Cortaram-lhe os tendões à naifada, bandidos sem consciência
A ver o que fizeram de forma tão pérfida e maldosa
O Santana deu em fantasma, assombra partido sem clemência
Mas eu ainda me lembro da turba que o seguia
E as bases, a multidão, as gaijas e a malta que o adorava
Pois a Senhora Leite era contra e com ele não podia
E, enquanto o mundo lhe caía aos pés, LÁ BIRGEN IORÁÁÁÁVÁÁÁ.
Pois outro herói nacional esse grande rei-pescador
Foi representar a malta em Bruxelas deixou o reino na sua mão
Por ruas e vielas, pelos bairros andava o trovador
Da Figueira para a capital e estes foram os pregos do seu caixão
Pois da capital foi Portugal, e esse prego foi final quando a criança estava descansada
Caiu-lhe em cima o resto do rufias, de mãos bem adagadas e frias
Maaas o Pedro, como um bom português, e cheio de altivez, não teve medo de nada
Olhou de lado para os gaijos, e sem medo desafiou os 20 rufias
Vai daí pela calçada houve pontapé e murro, houve grossa bordoada
O Marcelo estava na TVI, espetou com ele para fora de lá
O Rodrigues dos santos levou tantas que já não se lembrava de mais nada
E ao fundo a irmã Lúcia coitadinha que se foi, LÁ BIRGEN IORÁÁÁÁVÁÁÁ.
No meio da porrada, pontapé e murro, a chover bordoada
Pediu apoio aos fantasmas do passado, chorando desesperado sem saber que fazer
Mas os fantasmas não responderam nada, deixaram-no levar porrada
E alguns mesmo, mais fortes e desafiantes, recusaram-se a aparecer
Ao ver-se abandonado por todos, o nosso herói em solidão
Fez um faducho, coitado sobre um bebé chorão
Na incubadora coitadinho o puto só levava no focinho
Enquanto chorava o amor da mãe, do pai e do irmão
Eis senão quando, os usuários prestamistas,
Mais o Sampaio, esse odiado velhaco, grande malvado
E o resto da trupe de comunas e socialistas
Olha para ele de lado e dá-lhe o final golpe de machado
Maas ai o Pedro não se fica, e desafiante lá do alto do seu poleiro
“Não me fico não me demites, demito-me eu, toma lá”
Vede senhores, o destino tomado nas mãos firmes do nosso primeiro
E, no meio da confusão, pedindo “mais não”, LÁ BIRGEN IORÁÁÁÁVÁÁÁ.
E ele foi congressos e entrevistas, debates e discussões
Doentinho coitado saltava às vistas, combatendo PS e televisões
A todos os fogos acudia nunca fugindo à luta e aos combates
Enquanto a saúde fugia e dizia carradas de disparates
Ai mostrava como era coitadinho atacado por todos os lados
Acabou por ficar mesmo sozinho, sem ninguém ligar aos seus recados
Perdeu as eleições valentemente, deixou a malta à espera da sua demissão
Foi uma coça veemente e uma derrota cheia de expressão
WORK IN PROGRESS
Quinta-feira, Abril 07, 2005
O choque tecnológico - there is another way
Abaixo está um pequeno manifesto a que gostaría de, modestamente, chamar "a Minha Importante COntribuição Séria e Esforçada para Tirar Rápida e Imediatamente o País do Buraco Onde Está" MICOSES TRIP BUE . " Esta nasceu de um comentário a Portugal pastiche, não obrigado" IN http://tascadacultura.blogspot.com/. "
Francamente, acho que uma verdadeira estratégia de diferenciação passa tanto pelas potencialidades que temos, como pelas sinergias que podemos desenvolver, para além das que JÁ desenvolvemos, como pelo know how já instalado.
A este propósito sou a lembrar que:
1) A proximidade do mar é um inegável factor de desenvolvimento, comercial, pois a vantagem de sermos, e passo a expressão, o cu da Europa, é que podemos também ser a cona (buraco de entrada) da Europa. Por outro lado, a nossa localização atlântica e quase de entrada mediterrânica, com um clima correspondente é também, como se sabe, um factor angariador de turismo.
2) As sinergias já existentes em termos de mão-de-obra permitem-nos, por outro lado considerar a emigração como uma vantagem competitiva no respeitante a custos. Parece-me aliás que esta seria uma solução para a qual o resto da Europa, dado o avançado controlo fiscal aliado aos interesses instalados não poderia, de imediato, adoptar podendo Portugal aproveitando-a ganhar algum tempo na corrida do crescimento.
3) Note-se ainda o know how instalado no país e espelhado em Bragança, que permite criar um pólo de turismo alternativo numa zona à partida sem vantagens aparentes nessa industria. E que até respeitáveis cidadãs comuns escrevem a revistas internacionais de forma a promovê-la.
Depois de meditar largamente neste assunto, parece-me que um caminho evidente seria precisamente, o do turismo alternativo.
Assim poderíamos aproveitar o mar para fazer um porto de águas profundas em Lisboa, outro no Porto e outro no Algarve. Por estes portos entraria na Europa toda a erva e haxixe, que seriam depois transportados nas linhas rápidas que tanta dificuldade têm dado a entender para que servem. Aproveitando já o influxo de polacas, checas, brasileiras e kosovaras em geral, incrementaríamos os bares de strip, casas de passe e prostituição em geral e até poderíamos pôr as moças a pagar alguns impostos que elas comem pouco, e assim os portugueses mesmo, mais aqueles que nacionalizássemos para o futebol e a corrida, poderiam viver dos impostos ou ser empresários. Ainda aproveitávamos para desregular o jogo e púnhamos uns ciganos com bancas de roleta na rua .
E assim virávamos a mesa a países como a Tailândia, o Laos com a imagem do turista janado a ver o pôr-do-sol, com uma moça de 1.90M a fazer-lhe uma massagem, depois das emoções fortes de perder uns milhares na banca do cigano.
Quais choques tecnológicos, podemos voltar a pôr o Dr. Lopes no poder e tornarmo-nos no país mais rico da Europa rapidamente.
É evidente que depois seria necessário criar toda a infra-estrutura, bancos especializados de apoio, serviços privados de medicina especializada, logística e transportes, revitalizar e redireccionar industrias como o vestuário, o calçado e o próprio do turismo tradicional, mas era mais fácil que andar a chocar a tecnologia, que a gaija ainda se vinga.
Pois é, eu sou assim. Esta cachola num pára!
Eu do Blogue ao parlamento!
Tascalhão ao governo!
Eu do Blogue a Primeiro ministro!
Santana a secretário de estado do turismo!
Jorge Coelho a secretário de estado da modernização e infraestruturas!
Isaltino a ministro das finanças!
António Vitorino a ministro dos transportes e administração interna!
Elsa Raposo a ministra dos negócios estrangeiros!
Manuela Moura Guedes a Ministra da Educação!
Salvemos o país! O crescimento antes de tudo!
Vivó Cash flow!
E os outros Flows todos!
Pib Pib Pib Pib!
Contem connosco!
Bem ajam
Segunda-feira, Abril 04, 2005
Concerto Mark Knopfler Pavilhão atlântico
O concerto à 6 anos na praça de toiros do Campo Pequeno foi fabuloso, foi mesmo o melhor concerto da minha vida. Kékungaijo há de fazer?
Não penso que mereça mais comentários.
Quinta-feira, Março 31, 2005
O DN diz que cada vez há mais!
Diário de notícias de 29-3-5 explica que todos os dias há mais blogues na Internet.
Segue para comparar os blogues e a comunicação social.
Continua a explicar que a maior parte dos blogues não são grande coisa.
E mais uma data de gaijos a explicar desde que “não perco tempo com isso” até à credibilidade que se perde o anonimato, passando por considerandos sobre o poder de fiscalização dos blogues sobre a comunicação social.
Ora alguns bloggers, com certeza mais ocupados que eu, não comentarão.
Outros, com certeza mais esclarecidos que eu comentarão, atirando-se aos arames.
Sobre a reportagem em si, faz-me lembrar uma amigo meu, virando-se para um casal de crença feminina e direcção homossexual: “minhas senhoras, tenham propósitos!” (o que lhe valeu um bofetão! Kas gaijas eram umas senhoras)
Ora com a quantidade de novos gaijos a escrever todos os dias novas merdas, é muito difícil que mais que, vá lá, 1%, sejam elegíveis como;
1) Inteligentes
2) Inteligíveis
3) Razoáveis
4) Socialmente conscientes
E ainda mais difícil será, depois de três ou quatro posts, mesmo os que começam por se enquadrar nessas características, as manterem!
Por mim, pelo que me toca, podem ir à fava, porque inteligente é coisa que nunca fui, inteligível é coisa que nunca comuniquei, razoabilidade, um mal de que nunca sofri e consciência social é para quem trabalha na segurança social (que tá lixado, pois tá, porque não paga reformas) e acresce que credibilidade vai muito para além dos meus objectivos.
Aliás, tenho que notar, depois de uns ruanitos caminantes tomados ao fresco da noite, que o Diário de Notícias é um diário, e ninguém espera que TODOS os artigos sejam grande coisa.
E basta ver ontem a TVI, um puto a levar três tiros no trânsito, uma discussão sobre se o novo código de estrada é feito para atacar os que causam acidentes ou os que infringem, e a Manelinha das bocas ali a rir e a tresrir, como de costume durante o chorrilho habitual de desgraças e... A_L_T_O L_Á!!!!.
O Miguel Sousa Tavares até pode ter tido algum jeito naquilo que disse.
Tenho desde já que dizer que, pessoalmente, não gosto muito do gaijo, mais caceteiro do verbo televisivo que propriamente dito comentador ou jornalista, mas aquela análise vale a pena. Parece estar com jeito, apesar do papel de caceteiro de apoio à Manelinha. Aliás ele sempre gostou de fazer duetos com gaijas quase boas e quase giras, mas que falhavam os dois pontos, por muito pouco (basta ver o dueto televisivo com a Paulinha aqui à uns anos).
Mas tudo isto para dizer que ´BVIAMENTE que não, que a maior parte dos artigos em blogue não vale a pena e, se mesmo em dois órgãos tão proeminentes como o DN e a TVI, esta merda é a merda que é (obviamente em graus diferentes) porque manter a qualidade, com dezenas de artigos por dia é um drama, ‘Tão nos blogues é o que é, ainda por cima quando não temos, não perspectivamos e não queremos a ética e filiação jornalísticos que mantêm na ordem a comunicação social.
Kéçdzer, se essa de ser o controlador do quinto poder pegar, e se der dinheiro, o tascalhão desde já alinha, informando que os proventos irão para a nobre actividade de me manter trêbado, ao estilo a que conto habituar-me. Mas nesse caso, quero ser eu a fiscalizar do cumprimento das 4 condições acima na TVI.
Pensando bem, não quero não.
Bem ajam.
Quarta-feira, Março 16, 2005
É TV Cabo e a Net Cabo ao ataque vivós gaijos
Té expliquei ao gaijo que não, que não valia a pena, que era demais, que já tenho um bom acesso e o caneco.
O Gaijo nem teve de modas, "olhe, o primeiro mês não paga nada, a activação não tem custos" e mais o caraças a três. E eu percebo que a malta que anda na rua tem objectivos de vendas e lá aceitei experimentar. Grossa asneira.
À uma porque NÃO experimentei, o quick modem ou lá como é que o ZZZZT laranjinha se chama ficou a um lado, à espera do fim do mês.
Às duas porque no fim do mês quando telefonei a dizer que não queria o serviço, me explicaram que afinal era 25 da aderência, mais 14 do quick coiso, mais 37 do servicinho. E PIIIIIMBA, é assim que se fazem destas.
Por acaso atrasei-me e fui pagar directamente a uma das lojas dos gaijos (note-se que têm 3 balcões, em que dois funcionam e o terceiro é para uma gaija, a meio caminho de boa, estar sentada) , e o funcionário, quando me conseguiu atender, pôs uma cara de quem conhece o problema. Claro que perguntei se isto era natural e o gaijo lá suspirou que sim. Parece que a rapaziada das vendas da Net Cabo tem que cumprir objectivos. E Só até dia 15 é que posso reclamar, se não cai outro. Que reclame, que reclame e que espere pela resposta.
Ora é o que estou a fazer.
Porreiro estas merdas de monopolio de facto não é?
Sábado, Março 12, 2005
A mania dos gaijos
É muito português. Se não note-se: toda a malta que anda na estrada, MAS TODA A MALTA, fala dos limites de velocidade e que devem ser cumpridos, MAS TODA A malta os desrespeita e não há uma alminha que advogue o aumento dos limites, ou a abolição dos mesmos por ser uma parvoíce, que toda a malta desrespeita, que basta andar na rua e ver (“eu não xou guarda e fará o favor de se retirar do Tascalhão que estamos fechados para a costumeira limpeza”... “de quê?.. “ora do Tascalhão, onde quem cá está cumpre a lei”).
Mas não é grave, dá umas lérias ao Ministério da Administração Interna em multas e mais dia, menos dia a coisa volta a acalmar e lá voltamos todos a deixar de reclamar com as multas e auto stops para reclamar com os desgraçados dos animais que ultrapassam os limites, diferentes de nós que passamos os limites porque evidentemente sabemos o que andamos a fazer.
E por isto a fobia radáristica da BT nem é grave, mas o que me lixa realmente é que queimei a língua.
Ma Merda isto. Queimei a língua porque, apesar de ninguém beber o café a escaldar, apesar de toda a malta do deixar arrefecer, a maior parte dos energúmenos que está atrás de balcão de casas mais finas que o Tascalhão, onde não há nada sem álcool até os copos se lavam com bagaço e gin, tem por mania escaldar a bica.
E os grunhos ignorantes dos clientes deles acham bem e fingem que apreciam, com aquele descanso que é casual ao indígena cá da terra que, não sabendo bem as regras de etiqueta, é ignorante de mais para as perguntar. Leiam o livro da Paula Bobone, ó que caraças!
Não vale a pena, a bica não tem que ter chávena escaldada EXCEPTO no caso de existirem sérias dúvidas sobre a limpeza da chávena, mas aí é só mudar de tasca que estes gaijos alinham todos pelo mesmo preço. E é por cretinices destas que a produtividade deste país anda na rua da amargura que anda, que até tem que ser discutida em São bento, porque primeiro a malta acha que pode dispor de tempo para esperar que a bica em chávena aquecida arrefeça (aliás, primeiro arrefece a chávena e depois a merda da bica) para aí num quarto de hora.
Depois porque alguém tem que pagar a electricidade gasta, que é chato porque a electricidade é praí das únicas facturas que os canhurros hoteleiros, como o sevandija que me serviu a bica, apresentam, o que significa mais um CUSTO numa actividade onde não há facturas de vendas, o que dá PREJUÍZO e significa que mais uma vez, quem paga é esse amigo de longa data do Zé Barroso, o Zé da Maria AKA Zé pagante e, em terceiro porque da mais malcheirosa rebimbalha ao mais médio alto restaurante, o preço da bica não varia, o que mostra uma economia bastante parva e incapaz de fazer face tanto ao leste como ao oeste.
E evidentemente, ter um país onde a malta mutila o cliente, só pelo prazer de mostrar que tem um serviço para conhecedores, isso atão é que nem se fala.
Quarta-feira, Fevereiro 23, 2005
Sim, Prondé kum gaijo se vira?
Sim, para quê, é o que eu me pergunto.
Tão um gaijo nasce para se esgalhar a trabalhar, para mamar 30 cafés ao dia, e quem não mama 30 cafés fuma 30 cigarros, e quem não fuma 30 cigarros bebe que nem uma besta e quem não bebe joga e quem não joga é um filha da puta sem remissão, para não andar nisto para mostrar que é melhor que os outros.
E depois desta merda, um gaijo vai ao médico, ao contabilista, ou uma merda dessas e descobre que os pulmões, o coração, o fígado ou a carteira tá feita num oito, e que o individuo se prepara para lhe levar mais algum no troco para resolver o problema.
Aliás o uníco vício que não se enquadra, como me disse um amigo meu, é o das putas. À uma porque não consegue dar 30 num dia, à outra porque não faz doenças.
Também já lhe expliquei que o gaijo que não tome cuidado não, que ainda arrebenta a camisa e depois vai ver se não fica com a tenção alta e não preferia o AVCzito da ordem à carrada de SIDA que leva para casa.
E depois é o sal, a gordura e o açúcar a dar hipertensão, colesterol e diabetes, ou outra merda qualquer que um gaijo se lembra de comer.
E se um gaijo toma cuidado com isso, ou não toma e diz que os nossos tetravôs não tomavam ainda tá lixado (se diz que os tetravôs já tá lixado por ser uma besta, visto que só um atrasado mental é que pode ignorar 100 anos de evolução tecnológica que nos deram resultados, purzemplo na Pamela Anderson, se bem que ultimamente ela abandonou um bocado as tecnologias e mandou parte das mamas para o lixo).
Porque os tetravós não tinham que se haver com salmonelas, vacas loucas, vacas loucas na cabras, hormonas nos frangos, e por aí fora.
E vai daí e ele há grunhos (hi, hi, esta era uma palavra que eu já não usava à uns anos. “grunho” curto!) para tudo e alguns de entre a malta põe-se na agricultura biológica, a cavar as couves, a cagar as couves para as fazer crescer e daí por em diante.
E ficam estes sujeitos todos contentes, a dizer que é dessa merda que comem, e não da merda artificial que a malta come toda e aproveitam e pedem mais uns cêntimos por grama só para poderem cagar nas couves.
E depois levam nos cornos com o buraco do Ozono e o aquecimento global e a deflorestação (posto assim é igual a desvirginar a floresta do Amazonas, as coisas que o Homem faz).
Isto tudo para dizer o quê?Não sei bem, parei para beber um copo, olhei para cima e percebi que estou um bocado confuso.
Segunda-feira, Fevereiro 21, 2005
Prondé kum gaijo se vira?
Consomem sessenta e cinco por cento do trabalho que produzem.
É A MALTA DO ESTADO Ó CARAÇAS.
Todos nós curtimos a ideia de o Carrilho entregar um milhãozito à Barabara, sim que isto milhãozito por milhãozito, antes na Bárbara que no CCB. Isso do CCB já não percebo.
Aliás, continuo a achar que uma das crises deste país é a crise do respeito, já não há respeito a quem de direito. Basta ver que Casas Pias e Apitos Dourados não existiam há dez anos, e atão no tempo da outra senhora, quando o respeito ainda morava em Portugal, era inconcebível. Quer–se dizer, alguém está a ver, vá lá, um exemplo inconcebível, o Soares a ir dentro por andar a comer meninas menores de idade?
Claro que não, aquilo é uma pessoa séria e importante, que progrediu Portugal, esteve na vanguarda da democracia e combateu por um País melhor.
Hoje em dia, parece que nada é sagrado e as pessoas importantes, aquelas que realmente fariam andar o país, andam mais preocupadas em proteger a sua vida privada do que em trabalhar. Ora veja-se os árbitros. O próprio do juiz arbitro.
Ora este é o homem que faz andar o futebol. Venham-me lá buscar Claudios Pitibulis, Liedessones ou Simões, que aquilo tudo lá dentro sem os homens de preto é a barafunda que toda a malta imagina.
Atão não é que a PJ (provavelmente algum guarda retraçado com o resultado de um jogo e invejoso) deu em andar à caça de ÁRBITROS CORRUPTOS?
Vá-se lá ver, como se futebol só se jogasse com onze e dentro do campo. Vejam lá, e dizer “olhe, já agora veja lá se o treinador ganha bem”, claro que ganha, e os jogadores também. E alguém tinha que garantir, a troco do FUTURO do futebol profissional, que os árbitros também andam mais preocupados com o jogo que propriamente com o fim do mês. E Já agora, existe alguém que NÃO GOSTE do Major Loureiro?
Não, toda a malta gosta. Pessoa séria, importante, amigo do seu amigo e que ajuda toda uma comunidade com o seu dinheiro.
Pessoa aliás de quem até o menino Jesus gosta muito, a ver a quantidade de vezes que já ganhou o Totoloto. É a mesma coisa que descobrirem que o SG Ventil mata, Duh!
Um bocadinho mais de pesticida aqui, um bocadinho menos de alcatrão e tá-se tudo nas tintas, aquilo é tudo fumado na mesma.
Sim senhora e o Sr. Carlos Cruz, esse comunicador a quem, em ultima instância, devemos o Euro em Portugal? (foda-se para os gregos). Lembra alguém prendê- lo, só porque ACHA que o homem andou a cheirar o queijo a uns quantos putos? Pessoal da ralé cuja palavra pessoas sérias nem deveriam ouvir? E põe-se assim a devasso a vida da alma do Zip, do 123, de embaixadores e outras pessoas sérias que tanto fazem andar este país, a troco de uns putos da Casa Pia?
Depois olhem, cai- se no que se cai, nem produtividade nem crescimento nem coisa nenhuma.
Custa, é virem com a tal boca dos 700.000 funcionários públicos, que são a mais, que são a menos, que são mais ou menos, que vão para a rua, que vão ser aumentados ou congelados ou não, que consomem 65% do que fazem, que só eram necessários 35% deles (245.000), que deveriam entrar no regime geral, QUE ISTO NÃO PEGA.
Ora não pega por duas razões:
À uma, nenhum político vai ser eleito a explicar aos 700.000 macacos e respectivas famílias que são, para todos os efeitos, o Zé realmente votante, que vai despedir a maior parte deles e reduzir os benefícios, para os quais estiveram assentados atrás da secretária ou do balcão uma vida inteira e, às duas porque prái 78% do Zé trabalhador, continua com o funcionalismo público no seu imaginário e, depois de tanto imaginário destruído, este já ninguém deixa destruir (isto num país em que uma data de malta ainda diz que uma das razões para votar, é o facto de poder vir a ser presidente) então agora que o herói nacional deixou todo o país pendurado para conseguir um tacho em Bruxelas, anda tudo com a ideia no subconsciente colectivo de que, se calhar, isto até dava para sermos todos funcionários públicos em Bruxelas até porque, bem vistas as coisas temos lá essa cunhazita que nos deve bastante a todos, que é o belo do cherne nacional.
De qualquer maneira, a malta queixa-se, queixa-se, mas a verdade é que continua a dar bastante jeito a desculpa de que vamos à Loja do Cidadão, para pedir um dia de férias ao chefe, e essa é que é essa.
Portanto, estou com a solução da hora, vamos aumentar a produtividade dos outros milhões de macacos, que mesmo assim sobram uma data deles para pagar impostos e trabalhar a sério.
Até porque, arrego diabo, mas a solução mais evidente para colmatar a falta de qualidade dos políticos cá da terra seria desistir da soberania e ter um governo europeu forte em Bruxelas. Mas em Bruxelas tá o Durão...
MESTRE
“É Pá do Blogue, onde é que aprendeste a escrever assim, tão energicamente?”
E eu respondo:
“Na escola. Quero dizer, no computador não foi na escola, foi no computador, mas a escrever, o b-a-bá, isso foi na escola!”
E então tornam-me:
“Mas, ó Pá do Blogue, não é isso, onde é que aprendeste a dar esses enormes pontapés na gramática, esses curiosos saltos de ortografia, essas violentas tacadas na prosa?”
Ao que eu returco: Impecável, returco passa no corrector do Word! Fabuloso.
Mas para dar o jus a quem o merece, quero daqui endereçar umas linhas ao mestre da escrita, ao inovador 30 anos antes do seu tempo:
VILHENA!
(ok, ok, ok, o Eça também escreveu umas coisas porreiras, e o Gil Vicente também não desmereceu, mas mesmo assim...)
Posso mesmo dizer que fiquei fascinado com “As Aventuras do Filho da Mãe” e “O Filho da Mãe Volta a Atacar”, obras que, em conjunto com outras, como a Avelina, ficarão para sempre esquecidas pela malta, e só lembradas em conversa de tascalhão. E mesmo assim... Vá lá, pouca malta sabe do que estou a falar!
Porque o Sr.Vilhena é um homem, não entra em tricas, caga nisso.
Nos bons tempos do respeito pelas instituições, quando ainda se podia ser corrupto em Portugal sem se estar preocupado se a nossa vida pessoal era ou não devassada pelos jornais, entregava na Censura cópias dos seus livros antes de os publicar.
A “Avelina” mostra bem o confronto de uma educação privada de tudo com uma falta de privação sem educação, e a malta... pimbaaa!
Isso é que é festa, nos livros do Vilhena, era quase uma Casa Pia, o mais das vezes hetero, misturada com uma Parquexpo a meias com reformas de CGD, relatadas em tom corriqueiro e diário.
Vai daí vem a revolução e o gaijo dedica-se ao empreendimento nocturno. É que eu nem sou contra, sou a favor, tudo o que é negócio de gaija boa vale a pena e é melhor que estar agarrado a um teclado seboso.
Pá acho que tá na altura de fazer jus a um homem que foi expoente de um pensamento.
Admitidamente, o pensamento era muito dele e era o mais das vezes sobre gaijas e filhas da putice, mas era um pensamento coerente. Lento porém coerente. E correcto.
Bem Haja





